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Colônia de férias anima socioeducandos da Fasepa

Dando continuidade ao conjunto de ações recreativas que estão sendo realizadas nas Unidades de atendimento socioeducativo (Uases), da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), por conta da Colônia de Férias, o grupo de Percussão realizou na manhã de hoje (25.07), mais um encontro com muita batucada e animação com os jovens do Centro juvenil Masculino (Cjm), localizado em Ananindeua (PA), localizado na Região metropolitana de Belém.
 
                                                        
                         Um dos arteeducadores Eduardo Ferreira, dá dicas aos jovens
 
A proposta é aproveitar a interrupção das atividades escolares por conta das férias de julho, e proporcionar aos jovens momentos de lazer e descontração. Os encontros acontecem de segunda a sexta-feira, em dois períodos: manhã e tarde; e vão desde oficina de pipas, torneios de futebol, banhos de piscina, artesanato em gesso, entre outros.
 
                                                            
                                                Jovens dão os primeiros passos na roda de música
 
                                                           
                                               À esquerda (foto) socioeducando aprende a tocar Curimbó
 
A arteeducadora Duda Souza, diz que os socioeducandos recebem muito bem as atividades, pois a proposta pedagógica é mais livre, frouxa e despojada. Para ela, não o fato dos jovens estarem privados de liberdade, não possam fazer cursos, participar de oficinas ou mesmo atividades recreativas. “Somente na percussão atendemos cerca de 80 jovens; e todos participam e se envolvem bastante. Além disso, esse momento pode também pode ser considerado uma iniciação profissional, além de terapêutica”, argumenta Souza.
 
Atendimento- “Eu adoro participar dessa e de outras atividades. Eu também estou nas aulas de cartonagem em papel reciclado. Quando sair, vou sentir muita falta de algumas coisas, entre elas o apoio, os conselhos valorosos e a confiança que as pessoas depositam na minha recuperação. Temo não receber isso em casa”, comentou o jovem Igor (*nome fictício), de 15 anos que se encontra há cinco meses e quinze dias cumprindo medida socioeducativa.
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