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Fasepa adequa suas ações pedagógicas em tempos de Covid-19

Em face da pandemia da Covid-19 que assola o Brasil e o mundo, milhares de pessoas tiveram suas rotinas e as relações sociais afetadas. Nesse sentido, o Governo Estado, por meio da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), precisou atender e se adequar as medidas preventivas e procedimentos de segurança estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e autoridades sanitárias.


Para dar cumprimento aos decretos governamentais e portarias determinadas pela Fundação, tais medidas tem como objetivo resguarda a integridade física dos adolescentes e jovens que cumprem medidas socioeducativas na Fasepa, seus familiares e servidores públicos, no sentido de evitar o contágio e a propagação do Coronavírus. Entre elas estão o isolamento e o distanciamento social, teletrabalho, o uso obrigatório de máscara, utilização de álcool em gel 70º, teste sorológico ao menor sinal de contaminação, outros.

 

   


Tanto os profissionais que atuam na socioeducação, quanto os operadores da rede de serviços que integram a política de atendimento socioeducativo, precisaram repensar toda a dinâmica das ações, abordagens e as intervenções técnicas, atividades pedagógicas, as audiências que passaram a ser virtual, visita familiar domiciliar, Educação a Distância (EAD), cursos e oficinas profissionalizantes realizados a partir das ferramentas tecnológicas, atendimento e as intervenções técnicas e assim por diante.

 

                                                    


À frente da Diretoria de Atendimento Socioeducativo (DAS) da Fasepa, a diretora Vilma Moraes, fez questão de observar que, em razão desse quadro pandêmico, a instituição criou um conjunto de medidas preventivas de orientação e execução das medidas socioeducativas em todos os níveis, denominada Procedimento Operacional Padrão (POP) Covid-19. “Nele, estão todas as orientações necessárias na condução do trabalho, além de boletins informativos diários sobre a saúde dos jovens e de que forma atuar em cada uma das áreas do nosso trabalho como a profissionalização, assistência, saúde, segurança preventiva”, observou a diretora.

 

    


Ainda de acordo com ela, apesar de as visitas familiares nas unidades socioeducativas estarem temporariamente suspensas, em razão do Coronavírus, “nós estamos conscientes da importância e da necessidade de fortalecer e potencializar os vínculos afetivos entre os adolescentes e seus familiares. Logo, nós aumentamos a frequência e o tempo desse contato através de vídeo chamada entre eles, acompanhado por um profissional. Em casos excepcionais, é permitida a visita presencial”, ressaltou Vilma.


CUIDADOS – De forma estratégica, para que as atividades possam ser realizadas com segurança, a Fasepa distribuiu cartilhas informativas e afixou cartazes em diversos setores das unidades socioeducativas chamando a atenção para os cuidados que cada um precisa tomar para evitar o contágio. Além disso, posicionou pia com sabão em pontos estratégicos para que a comunidade socioeducativa faça a higiene de braços e as mãos. Outra preocupação do Governo do Estado é com as chamadas Fake News, o que trás grande prejuízo à população com a divulgação de informações falsas sobre o Coronavírus.

 

                                     


Tomando todas as medidas cautelares de saúde, um bom exemplo da continuidade das ações pedagógicas, é que a Fasepa segue desenvolvendo suas atividades educativas voltadas à profissionalização, letramento, oficinas de panificação, informática, jogos lúdicos, atividades recreativas e esportivas, pintura em mural, técnica de dobradura oriental (origami) entre outras.

 

      


O presidente da Fasepa, Miguel Fortunato destacou que “todas as unidades socioeducativas da Fasepa, tanto as situadas na Região Metropolitana de Belém, quanto as do interior do estado, estão desenvolvendo suas atividades de forma regular, seguindo à risca todo o protocolo de segurança das autoridades de saúde como a redução do número de adolescentes por atividades e as adaptando de acordo com a nossa realidade”, salientou. Ele complementou dizendo que “nós precisamos garantir os direitos constitucionais dos jovens no sentido de resguardar a sua integridade física e psicológica como o uso obrigatório de máscaras e guardar o distanciamento social”, finalizou Miguel.


Texto: Alberto Passos/ Ascom Fasepa

Material informativo: Franklin Savador/ Dani Valente

Fotos: Equipe das unidades socioeducativas

 

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