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Encontro discute as práticas restaurativas nas unidades da Fasepa

Avaliar as experiências e metodologia das mediações de conflitos dentro das Unidades Socioeducativas do Estado do Pará foi o objetivo do "5º Encontro: avaliações Propositivas das Práticas Restaurativas" realizado na manhã de hoje (03) no auditório da Escola de Governança do Estado do Pará (EGPA).

 

 

 

Durante o encontro, cerca de 60 servidores, entre gestores, técnicos e monitores, da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) participaram de duas rodas de conversa. Uma delas foi conduzida pela facilitadora e psicóloga do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA), France Cruz, que apresentou as experiências do tribunal. "A gente precisa criar esses espaços em que podemos trocar as experiências e um apoiar o outro", afirmou France sobre a prevenção de conflitos na execução do trabalho com a metodologia das Práticas Restaurativas.

 

 

 

As experiências de práticas restaurativas como norte nos ambientes de aprendizagens foram compartilhadas com o público pela facilitadora e mestra em pedagogia da Universidade Estadual do Pará (UEPA), Ceila Ribeiro"A gente espera que a formação dos pedagogos na universidade com a Justiça Restaurativa leve essa prática para as escolas para trabalhar na educação infantil e no ensino fundamental. A escola é esse lugar de mudança. Acreditamos que isso seja possível, estamos nesse desafio," explica Celia e também informa que a universidade tem projeto de extensão para acadêmicos de diferentes cursos que queiram aprender sobre a justiça restaurativa.

 

 

No último momento do evento, os grupos puderam apresentar o trabalho realizado em cada unidade socioeducativa. Segundo a coordenadora do Núcleo de Práticas Restaurativas (NPR) da Fasepa, Karla Ferreira, a troca de experiências é importante para o melhoramento das metodologias estratégicas utilizadas na realidade socioeducativa. "É um momento em que os colegas de diferentes unidades saem da rotina de suas tarefas e se encontram para fazer um balanço do nosso trabalho e propor novas ações, novos projetos. Nós precisamos desses encontros também para sensibilizar nossos colegas e fazer com que novas pessoas sintam-se interessadas a participar conosco e acreditar nessa metodologia e desenvolvimento da prática dos círculos com os socioeducandos e servidores", concluiu Karla.

 

Texto e fotos: Franklin Salvador/ Ascom Fasepa

 

 

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