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Ação trás novas possibilidades a jovens em conflito com a lei

Em face dos desafios postos na ressocialização de adolescentes e jovens custodiados no Estado, a Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) deu início ao longo dessa semana, as ações de Copoterapia no Espaço Apoena, localizado no município de Ananindeua, Grande Belém. A iniciativa tem fins pedagógicos e terapêuticos que utiliza os movimentos da Capoeira como ferramenta de inclusão social, benefícios físicos, psicossociais e na prevenção de doenças.

 

    


A agenda é fruto de uma parceria entre a Fasepa, a Superintendência do Sistema Penitenciário Paraense (SUSIPE) e a Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), por meio de o projeto Consolidar Redes Re-Significar Vidas: estratégia de cuidados e garantia de direitos. Na ocasião, os organizadores deram uma demonstração e explicaram a metodologia do projeto aos jovens.


REUNIÃO – Durante esse mês estão previsto reuniões entre as instituições envolvidas para definir o plano de ação e as estratégias acerca da aplicabilidade da Capoterapia na socioeducação.


Tais ações já são desenvolvidas por estes parceiros desde 2016 no âmbito carcerário, o qual promove apoio e tratamento a usuários de crack, álcool e outras drogas, a pessoas em condição de privação de liberdade. Dessa forma, os organizadores acreditam que os adolescentes possam usufruir dos benefícios que a Capoterapia proporciona aos adeptos da prática.

 

     


“Por utilizar em seus princípios metodológicos práticas lúdicas, a Capoterapia acaba tendo uma aceitação muito grande por parte do público jovem. Uma das que mais me chamou atenção no evento, foi além dos movimentos corporal foi trabalhado entre os participantes a afetividade e a espiritualidade”, esclareceu a assessora da presidência da Fasepa, Erika Rocha.


Ela ressaltou ainda que “trazendo para o contexto socioeducativo, nós temos condições de minimizar os efeitos da institucionalização, os conflitos interpessoais entre os jovens utilizando a Capoterapia e, acima de tudo, promover saúde mental nos espaços socioeducativos”.

 

 

Alberto Passos/ Ascom Fasepa

 

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