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Renovação de parceria vai garantir inserção de adolescentes no mercado de trabalho

 

Nesta sexta-feira (13), na sede do Tribunal de Justiça do Estado (TJ/PA), em Belém, a parceria entre instituições governamentais e não governamentais foi celebrada e renovada por mais um ano, possibilitando a continuidade do atendimento a adolescentes e jovens egressos do sistema socioeducativo do Pará, atendidos pelo projeto “Reescrevendo Nossa História”. Iniciativa que garante a reinserção de adolescentes egressos à sociedade, assegurando cidadania para adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social.

 

 

A iniciativa é baseada no Termo de Concretização de Direitos Humanos, celebrado entre o Ministério Público do Trabalho e a Companhia Docas do Pará (CDP), em que multas foram revertidas com o objetivo de garantir a reinserção de adolescentes egressos à sociedade, assegurando cidadania para adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta com oficinas e cursos para os egressos da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), do governo estadual, e Fundação Papa João XXIII (Funpapa), da Prefeitura de Belém, para inseri-los no mercado de trabalho.

 

 


O coordenador do projeto “Reescrevendo Nossa História”, Danilo Martins, destacou que atualmente o projeto atende diariamente cerca de 60 adolescentes em Liberdade Assistida ou em cumprimento de prestação de serviços a comunidade. A meta, segundo Danilo, é expandir as atividades do projeto para as unidades socioeducativas. “Hoje o projeto é uma junção de parceria entre a Faama (Faculdade Adventista da Amazônia) e Fasepa (Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará), desenvolvendo várias áreas. Temos a expectativa de implantar agora cursos profissionalizantes nas unidades da Fasepa, em prol da socioeducação. Contribuindo para a inserção no mercado de trabalho e diminuindo o índice de reincidência no ato infracional. Sabemos que temos um longo caminho a percorrer e colocar na cabeça deles e da sociedade de que é possível a mudança”, destacou.

 

 


O titular da 3ª Vara da Infância e Juventude, juiz Wanderley Oliveira, destacou o crescimento do projeto no último, contando com novos órgãos parceiros. Totalizando 15 instituições diferentes. “Esse projeto surgiu de um sonho de garantir dignidade para os jovens, começando no atendimento aos garotos que estão cumprindo medida socioeducativa de internação. A extensão desse projeto possibilitou no surgimento do Reescrevendo Minha História, juntamente com a Fasepa e a Faama”, disse.

 

 

 

Dos adolescentes que passam pelo “Reescrevendo Nossa História”, a maioria é egressa do sistema socioeducativo. Segundo o presidente da Fasepa, Simão Bastos, essa iniciativa reforça as atividades realizadas anteriormente dentro das unidades socioeducativas junto aos internos, por meio do Projeto Ressignificando Caminhos na Socioeducação, que oferece atividades de esporte, arte, cultura, lazer e empreendedorismo. “Esse projeto surgiu da necessidade de termos focos de atenção nos adolescentes, atendendo demandas do judiciário. Com a união das duas iniciativas, contribuímos para o desenvolvimento dos adolescentes, mudando completamente suas vidas. Com o projeto “Reescrevendo Nossa História”, temos o poder de transformação necessária e contamos com o apoio dos familiares desses jovens e aproximação de mais parceiros”, declarou.

 

 

Texto e fotos: Tiago Furtado / Ascom Fasepa

 

 

 

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